Dívida da prefeitura com hospital passa de R$ 7 milhões e conta sobra para o povo que sofre nas filas.
A saúde pública é algo que precisa ser melhorado em todo o país, mas em Campo Limpo Paulista a situação é um pouco mais complicada.
O ano de 2025 começou e a nova gestão, que tem como chefe o prefeito Adeildo Nogueira, logo decretou estado de calamidade financeira.
O atendimento no Hospital de Clínicas, hospital municipal da cidade, começou a ser alvo de reclamações da população, com pessoas desmaiando, reclamando do atendimento e até mesmo com a Guarda Municipal tendo que ser acionada para conter os ânimos.
Com a população revoltada e os funcionários sobrecarregados, o prefeito tentou amenizar a situação, anunciando uma parceria com o Hospital São Vicente, o que foi prontamente negado pelo hospital.
Como se não bastasse, após o anúncio da volta do rodeio, na sessão da câmara municipal desta quarta-feira (02), os representantes da empresa responsável pela gestão do hospital (O.S. Mandic) prestaram esclarecimentos e fizeram fortes revelações.
O gabinete de crise que foi anunciado pelo prefeito nunca existiu. Além disso, a prefeitura não realizou os pagamentos deste ano.
A nova gestão deve quase 8 milhões de reais, dinheiro que deveria ser usado para pagar os funcionários e custear os itens utilizados para atender à população.
Sem pagar a dívida, os pacientes que dependem do atendimento médico sofreram na pele, pois viram o atendimento do hospital cair muito.
A empresa que administra o hospital já deixou claro que não tem interesse em ficar, pois, sem receber, não dá! A dúvida que fica é: será que uma outra empresa vai conseguir administrar o hospital sem receber?