
No dia 26 de janeiro de 2025, seis pessoas ficaram feridas após a explosão de uma lancha na represa de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo. Um cachorro que estava a bordo da embarcação não resistiu e morreu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros (COBOM), duas equipes foram acionadas por volta das 13h para atender a ocorrência nas proximidades da Rodovia Dom Pedro I. No local, os bombeiros realizaram o resgate das seis vítimas envolvidas na explosão e no incêndio da embarcação.
Segundo as informações apuradas, a explosão teria ocorrido no motor da lancha, e o impacto arremessou os ocupantes para a água. Quatro das vítimas foram atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), enquanto as outras duas foram encaminhadas para unidades de saúde da região.
Uma das vítimas, Derek Chinelatto, precisou ser socorrida pelo helicóptero Águia. Ele permaneceu cerca de 14 dias em coma e passou aproximadamente 60 dias internado na UTI, em estado grave.
Um ano após o acidente, Derek fez questão de relembrar a data como seu “segundo nascimento”. Em uma mensagem de gratidão, ele destacou a importância da fé, do apoio recebido e do trabalho das equipes de saúde durante sua recuperação.
“Hoje completo um ano de uma data que marcou profundamente a minha vida: o acidente de lancha em Nazaré Paulista. Um dia que poderia ter sido o fim, mas que se transformou em um poderoso recomeço”, afirmou.
Ele também agradeceu a Deus pela vida e pela força nos momentos mais difíceis, além de destacar o trabalho dos profissionais da Santa Casa de São José dos Campos. “Minha eterna gratidão a todos os médicos, enfermeiros e profissionais da saúde, que com dedicação, conhecimento e humanidade foram fundamentais na minha recuperação. Vocês não cuidaram apenas do meu corpo, mas também levaram esperança nos momentos de maior fragilidade”, disse.
Derek ainda ressaltou a importância das orações e mensagens de apoio recebidas ao longo do período de internação. “Cada oração, cada gesto e cada palavra fizeram a diferença e foram combustível para que eu seguisse lutando”, completou.
Ao final, ele afirmou que a data simboliza mais do que a lembrança do acidente. “Hoje, mais do que lembrar um acidente, celebro a vida, a superação e o amor que me cercaram. Sigo com o coração cheio de gratidão e a certeza de que não caminho sozinho.”
