Polícia cumpre mandados de busca e apreensão em Jundiaí contra professor de jiu-jitsu acusado de abusar de alunas

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A investigação que resultou na prisão do professor de jiu-jitsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira teve desdobramentos importantes no interior paulista. Em Jundiaí, a Polícia Civil cumpriu três mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao investigado, como parte das diligências para reunir provas sobre o caso.

Conhecido no meio esportivo como Melqui Galvão, ele foi detido temporariamente nesta terça-feira após decisão da Justiça, com base em apuração conduzida pela Polícia Civil de São Paulo. As denúncias envolvem ao menos três vítimas, entre elas uma adolescente de 17 anos.

De acordo com as investigações, a primeira denúncia partiu de uma ex-aluna, que relatou ter sido vítima de atos libidinosos sem consentimento durante uma competição internacional. A jovem, que atualmente está nos Estados Unidos, prestou depoimento às autoridades com acompanhamento de familiares.

Durante o andamento do inquérito, outras duas possíveis vítimas foram identificadas em diferentes estados. Uma delas afirmou que tinha 12 anos na época dos fatos. Ainda segundo a polícia, há registros apresentados pelos denunciantes que indicariam uma tentativa do investigado de evitar que o caso fosse levado adiante.

Antes da prisão, Melqui havia viajado para o Amazonas, onde também atua como investigador da Polícia Civil. Após articulação entre as corporações, ele se apresentou às autoridades em Manaus, onde a ordem judicial foi cumprida.

O caso gerou grande repercussão no universo do jiu-jitsu, especialmente porque o investigado é pai do atleta Mica Galvão, que se manifestou publicamente nas redes sociais. As investigações continuam para esclarecer a extensão dos fatos e identificar possíveis novas vítimas.

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