Uma das vítimas afirmou que foi mordida no último dia 14 de março, na Rua 1º de Dezembro. A mordida perfurou a pele e causou sangramento. Após o ocorrido, ela procurou atendimento médico e foi orientada a iniciar o protocolo de vacinação antirrábica, devido ao risco de transmissão da raiva. No entanto, segundo o relato, não conseguiu receber a vacina e a situação teria sido tratada como algo “normal”.
A vítima também informou que procurou a Vigilância Sanitária para registrar a ocorrência e foi surpreendida ao saber que já existem outros registros envolvendo o mesmo animal, incluindo ataques a outras pessoas e até a uma criança.
Mesmo com as denúncias, o cachorro continua solto pelas ruas do bairro, gerando medo entre moradores, trabalhadores e famílias que circulam diariamente pela região.
Diante da situação, moradores pedem providências urgentes das autoridades, como a captura do animal e medidas que garantam a segurança da população, evitando novos ataques.