Escândalos na saúde, pressão popular e dos vereadores; o decreto de Adeildo está com os dias contados.

 

Fontes de dentro da Prefeitura de Campo Limpo Paulista revelam que a situação não está nada amigável, principalmente no gabinete do prefeito.

Nas suas primeiras semanas como chefe do Executivo, o atual prefeito, que faltou às reuniões de transição do governo, surpreendeu a todos com um decreto de calamidade financeira.

O decreto caiu como uma bomba na cidade e a população logo quis saber a verdade: qual era a real situação do município.

O ponto positivo nessa história, se é que existe um ponto positivo, foi a união da Câmara Municipal com a população. Uma vez que só o poder legislativo pode e deve fiscalizar o Executivo, ainda mais nesse caso.

Em meio a um decreto de calamidade, o Executivo teve algumas atitudes, ou melhor, irregularidades, que chamaram a atenção.

Os vereadores, mais precisamente dois deles, Júnior Itiban e Leandro Bizetto, tiveram a iniciativa de questionar e apurar a situação.

O gestor de finanças foi convocado para dar explicações sobre a real situação financeira do município. Mas o que era para ser um ponto final virou mais um ponto de interrogação.

O gestor não sabia nem quanto havia em caixa; além disso, não foram entregues sequer documentos que comprovassem a situação de calamidade financeira.

O que era dúvida começou a ficar mais nítido: Campo Limpo Paulista não estava nessa situação. Tudo leva a crer que foi mais uma manobra política.

O partido do PSDB entrou com uma ação no TJSP para pôr um fim nesse decreto que, de certa forma, puxa o freio de mão da cidade, que não pode sair do lugar.

A saúde começou a virar um caos, o mato começou a tomar conta dos espaços públicos. E agora, a prefeitura foi novamente denunciada no Tribunal de Contas do Estado.

Diante de todos esses fatos narrados acima — união do povo, pressão da Câmara e uma manobra mal feita — o prefeito Adeildo Nogueira e sua gestão só têm uma saída: decretar o fim do decreto e aceitar que a manobra foi errada e mal feita.

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