Um motorista que conduzia um Toyota Corolla foi preso em flagrante na noite de quarta-feira (2), após provocar um acidente envolvendo uma viatura da Polícia Militar que atuava no policiamento de área, na Estrada Vereador José de Moraes, na região do Pinhal, em Cabreúva.
A ocorrência foi atendida posteriormente por equipes da Polícia Militar Rodoviária, que assumiram o atendimento e apresentaram o caso na delegacia.
Segundo o boletim de ocorrência, dois policiais militares que ocupavam a viatura ficaram feridos e foram socorridos por equipes de resgate. Eles foram encaminhados ao hospital, onde permaneceram em observação médica.
De acordo com o registro policial, o motorista do Corolla admitiu que havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir e se recusou a realizar o teste do bafômetro. Os policiais constataram que ele apresentava sinais evidentes de embriaguez, como fala pastosa, olhos avermelhados e forte odor etílico. A perícia foi acionada para esclarecer a dinâmica da colisão.
O homem foi preso em flagrante pelos crimes de embriaguez ao volante e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. A prisão foi ratificada pela autoridade policial, que determinou a instauração de inquérito. O caso será analisado pela Justiça durante a audiência de custódia.
Além dos ferimentos sofridos pelos policiais, o acidente também trouxe prejuízo direto para a segurança pública. A viatura envolvida havia sido recebida recentemente pelo batalhão e, por conta dos danos, ficará fora de serviço.
Com isso, a população perde um importante reforço no policiamento preventivo e no atendimento de ocorrências, já que não há reposição imediata do veículo.
Também foi instaurada uma sindicância para apurar as circunstâncias do acidente. Caso fique comprovado ao final da investigação que o motorista embriagado foi o responsável pela colisão, ele poderá ser obrigado a ressarcir os danos causados ao Estado.
No entanto, mesmo que haja condenação e o condutor seja obrigado a pagar pelo prejuízo material, o valor é destinado aos cofres do Estado e não retorna ao batalhão para a aquisição de uma nova viatura, o que significa que a unidade continuará sem a reposição imediata do veículo perdido.